domingo, 28 de março de 2010

Inconsequente, inconsequente, inconsequente.

Larte

A surpresa foi tanta, que a pobre maravilhosa estremeceu. Ficou imóvel, quase babou.

Fiquei ali parado, aguardando uma reação.

Trovejava.

Quase falei de novo. Esperei. Silêncio.

Ela olhou para o nada, pensou...

(...)

Ameacei dizer novamente.

Aquietei.

Só depois de algumas semanas, ela focou o olhar e, sem dizer nada, fechou a porta em minha cara.

Pelo menos falei.

Saí na rua e me deixei engolir pela chuva.