domingo, 28 de março de 2010

Inconsequente, inconsequente, inconsequente.

Larte

A surpresa foi tanta, que a pobre maravilhosa estremeceu. Ficou imóvel, quase babou.

Fiquei ali parado, aguardando uma reação.

Trovejava.

Quase falei de novo. Esperei. Silêncio.

Ela olhou para o nada, pensou...

(...)

Ameacei dizer novamente.

Aquietei.

Só depois de algumas semanas, ela focou o olhar e, sem dizer nada, fechou a porta em minha cara.

Pelo menos falei.

Saí na rua e me deixei engolir pela chuva.

2 comentários:

Celso disse...

Nossa Baba!
De volta aos velhos tempos do blog!
Me deixou com uma certa curiosidade... E isso é mto bom!

Abraço!

Penter disse...

Melhor falar do que ficar se torturando com a imaginação!
huhu
Passei pelo mesmo(eu acho) há poucos dias
Faz parte!
Abraçoss tico!